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sexta-feira, 13 de abril de 2012

Mozilla corrige cinco falhas de segurança no Firefox

Firefox 2.0.0.4 corrige cinco falhas de segurança. Uma delas é crítica.

A versão mais recente do Firefox, 2.0.0.4, foi lançada ontem (30/05) pela Mozilla para corrigir cinco brechas de segurança. O download da versão em português também já está disponível. Uma das falhas corrigidas é considerada crítica.
A falha mais grave que está sendo corrigida, detalhada no boletim de segurança MFSA2007-12, pode possibilitar a corrupção da memória, o que pode permitir a instalação de vírus no computador.
A vulnerabilidade é a única que afeta o cliente de e-mail Thunderbird, mas requer JavaScript habilitado para funcionar. Javascript está desativado por padrão no Thunderbird e para as funcionalidades de e-mail do SeaMoney, também vulnerável, o que diminui seu impacto nestes programas.
Quem ainda utiliza o Firefox 1.5 pode instalar a versão 1.5.0.12, que a Mozilla diz esperar ser a última a ser lançada para a série 1.5. O suporte e atualizações para usuários do Firefox de versões anteriores a 2.0 deveria ter terminado já em abril, mas foi extendido.
Para usuários do SeaMonkey, a versão 1.1.2, que corrige as mesmas falhas, foi lançada.

>>>>>>>>>>download da versão em português<<<<<<<<<<<

Nova praga ‘Flashback’ ataca Mac OS X com Java desatualizado

Vírus consegue se instalar sem avisar internauta.
Senhas do Google e PayPal são roubadas, mas praga é instável.

Sistema da Apple, que ficou livre de vírus durante anos, sofre ataque semelhante aos de Windows. (Foto: Reprodução)
A fabricante de antivírus Intego revelou que uma nova versão do malware Flashback para Mac OS X está atacando usuários por meio de uma falha de segurança em uma versão desatualizada do Oracle Java. O vírus ainda utiliza uma tela que oferece a instalação de certificados digitais falsos caso o Java esteja atualizado e seguro contra a falha que ele tenta explorar.
Em um sistema desprotegido, basta visitar um site malicioso para ser imediatamente infectado – nenhuma confirmação ou aviso será mostrado. Após infectar o computador, a praga, batizada de Flashback.G, irá procurar por dados sigilosos (como senhas) nos navegadores e em outras aplicações de internet. De acordo com a Intego, a praga busca roubar senhas de serviços como PayPal e Google, entre outros.
Usuários do Mac OS X 10.6 (Snow Leopard) estão mais vulneráveis: essa versão traz pré-instalado o Java. A versão instalada, se não for atualizada, deixará os internautas com Mac vulneráveis de forma semelhante aos usuários de Windows. O Mac OS X 10.7 não traz mais o Java pré-instalado.
Mesmo com o Java atualizado e seguro, o trojan ainda apresenta um applet com certificado digital falso em nome da Apple. Caso o usuário aceite o certificado, o vírus será instalado em seguida.
O Apple Software Update detecta atualizações para o Java e instala a versão mais recente e corrigida.
De acordo com a Intego, usuários também podem observar sinais de problemas em travamentos frequentes de softwares como o Safari e o Skype. Devido a erros de programação, o vírus é instável e trava os aplicativos cujas senhas ele tenta monitorar.

Praga para roubo de senhas do Facebook é distribuida via MSN

Link malicioso que leva ao vírus já recebeu 40 mil cliques.
Praga faz spam via e-mail e no Facebook.

Um novo malware que tem o intuito de roubar senhas de usuários da rede social Facebook está sendo distribuído por contatos infectados do Live Messenger. Em análise da Linha Defensiva, a praga foi pouco reconhecida por antivírus e usa uma mensagem em português.
A praga distribui mensagens como se estivesse divulgando uma foto ao amigo. O link enviado utiliza o encurtador do Google e leva para uma página que contém um executável (programa). A URL encurtada foi criada há apenas seis horas e conta com mais de 40 mil cliques, indicando o possível número de vítimas.
Dados mostram que a maioria dos cliques vem de mensageiros e são brasileiros (Foto: Reprodução)
O arquivo de nome lMG-117385355356-JPG-www.FaceBook.com.exe ainda tem baixa detecção por softwares antivírus, de acordo com análise do site VirusTotal. Caso o usuário execute o arquivo, ele irá agir em segundo plano alterando a página inicial do navegador e redirecionando o usuário para sites específicos.
Além da modificação do browser a praga se conecta a um servidor de Internet Relay Chat (IRC) e passa a enviar spam. A vítima também se conecta ao Facebook e espalha recados solicitando aos usuários clicarem em uma URL.

Devido a falhas, Mozilla bloqueia versões antigas do Java no Firefox

Falha corrigida em fevereiro está sendo explorada no Windows e no Mac.
Mozilla alertou que a brecha pode permitir a instalação de vírus.

Mozilla adicionou Java à blacklist de plug-ins do navegador. (Foto: Divulgação)
A Mozilla adicionou no início da semana todas as versões antigas do Java à blacklist do browser Firefox. Com isso, o plug-in é impedido de executar. A decisão foi realizada devido à existência de vulnerabilidades exploradas no Java que podem resultar na instalação de vírus.
A vulnerabilidade CVE-2012-0507 afeta as versões anteriores do Java 6 update 30 e Java 7 update 2 e é explorada pelo exploit kit Blackhole, entre outros.
A falha já havia sido corrigida pela Oracle em fevereiro, porém alguns usuários não instalam a atualização e acabam ficando vulneráveis. Um erro comum é a não ativação das atualizações automáticas do Java, além da manutenção da configuração padrão, que pode deixar um usuário vulnerável por até 30 dias.
Quem possui o navegador e têm versões antigas do Java instaladas irá notar um alerta em sua tela solicitando a desativação do mesmo. É recomendado que aceite e instale uma versão mais recente diretamente do site da Oracle, tentando assim manter-se longe das vulnerabilidades.

Java x Mac OS

Mesmo com a utilização da blacklist no Firefox, o Java não foi bloqueado no Mac OS. A Apple possui um acordo com a Oracle onde ela se torna responsável por distribuir as correções para vulnerabilidades de seu sistema, porém ainda não lançou uma nova atualização do Java. Segundo a Mozilla, a entrada na blacklist para o plugin no Mac OS poderá ser adicionado futuramente.
Com a demora na resolução da falha a Apple acaba se tornando vulnerável a ataques devido a uma recente praga, o Flashback, que explora a falha no Java desatualizado. A Apple lançou uma atualização para o Java na terça-feira (3), um mês meio após a disponibilização da atualização pela Oracle.


matéria retirada do site: www.linhadefensiva.com.br

Em teste, software do Itaú discrimina Linux e privilegia Mac OS X

O software de segurança Guardião 30 Horas do Itaú, obrigatório para uso do internet banking, está, segundo o banco, disponível para todos os sistemas. Mas esta não foi a experiência deste colaborador da Linha Defensiva que – por necessidade pessoal, após ser bloqueado de acessar o banco no Linux – realizou um teste mostrando que é possível burlar a obrigatoriedade do Guardião, sendo necessário apenas disfarçar o Linux de Mac OS X – que, apesar de não ter o software, não é bloqueado. O processo requer apenas alguns cliques.
No Linux, usar Itaú como o Firefox do Mac burla instalação do 'Guardião'. (Foto: Reprodução)
O Itaú está usando o Guardião 30 Horas desde 2011, mas a partir de 2012 passou a ser de uso obrigatório para qualquer transação, transferência ou pagamento on-line. Há poucas informações sobre o funcionamento do software, mas o Itaú não é o único a exigir um programa para autorizar as transferências on-line.
Apesar de o software estar em Java, por algum motivo, a instalação falhou no Linux, durante o teste da Linha Defensiva, impedindo correntistas de usarem uma plataforma menos atacada por criminosos para realizar as transferências1.

A assessoria de imprensa do Itaú informou que todos os sistemas são suportados e todos devem instalar o Guardião:
O Guardião 30 Horas é necessário para efetuar transações que movimentam recursos via internet. Ele é compatível com Mac e Linux e, assim como na plataforma PC, requer a instalação e atualização do Java Virtual Machine. Para qualquer dúvida, o cliente pode entrar em contato com o suporte de internet pelo telefone 4004-4828.
Testado no Mac OS 10.7, porém, o acesso ao banco ocorreu normalmente, sem solicitar a instalação do Guardião 30 Horas, mesmo quando efetuados pagamentos e transferências.
Em outro teste, usando o navegador Google Chrome 17.0 em um Linux Ubuntu 11.04, foi ativada a opção de sobrescrever o User Agent para que o navegador se passasse por um Firefox 7.0 para Mac OS X. O user agent é uma frase identificadora do navegador e sistema operacional em uso que todos os sites recebem quando você os acessa.
O acesso ao banco e as transações on-line, no Linux identificado como Mac, ocorreram normalmente, novamente sem que o Guardião 30 Horas fosse sequer mencionado em qualquer parte do acesso.
A assessoria de imprensa do Itaú, quando informada do problema e com acesso aos vídeos acima, no dia 15/03, solicitou uma resposta do departamento responsável. Até esta quinta-feira (5/04), nenhum retorno havia sido dado – nem mesmo se o problema se tratava de uma falha de segurança, comportamento intencional ou erro técnico.
No caso de qualquer retorno da área, a Linha Defensiva havia se comprometido a aguardar até que o problema fosse corrigido para publicar.
Sem resposta, a Linha Defensiva resolveu pela publicação da inconsistência, já que esta pode vir a se manifestar como falha de segurança se os criadores de vírus descobrirem uma forma de a utilizarem para interferir com o Guardião.

Outros problemas com user agent

Um usuário relatou no Facebook uma “falha” no Bradesco porque era possível usar o site destinado a smartphones por meio de um navegador comum, desde que seja trocado o user agent para um identificador usado por navegadores de celular. A única diferença nesse acesso é que não é solicitado um código do cartão de segurança para o login. As senhas extras são somente solicitadas para transferências; no login de smartphones é preciso apenas a senha de 4 dígitos.
No caso do Bradesco, correta ou incorretamente, o comportamento é intencional. O acesso por telefones (seja por ligação ou pelo acesso web de smartphones) exige somente a senha de 4 dígitos. O acesso web comum – que é, na verdade, idêntico ao dos smartphones, exceto pelo user agent diferente -, exige o código extra. Internamente, porém, ele é tratado como outro tipo de acesso. Uma conta autorizada a fazer transferências pela web não está necessariamente autorizada a fazer transferências pelo acesso (web) de smartphones, por exemplo.

Download dos vídeos

sábado, 7 de abril de 2012

imagens

Acessar a internet a partir do celular já se tornou uma realidade para muitos brasileiros. Com smartphones cada vez mais acessíveis – alguns modelos já podem ser encontrados por R$ 300 –, as opções de planos pré-pagos permitem que o consumidor acesse a web gastando menos de R$ 0,50 por dia.
Contudo, antes de escolher um plano apenas pelo valor, é preciso levar em consideração o seu perfil de consumidor e qual será o uso que você fará da internet em seu celular. De nada adianta pagar por um plano que proporcione um pacote diário maior de dados se, em hipótese alguma, você acabará utilizando nem ao menos a metade da franquia disponível.




As tabelas abaixo mostram algumas das opções disponibilizadas pelas próprias operadoras. Todos os valores e condições foram retirados dos sites oficiais da Claro, da Oi, da TIM e da Vivo, com consulta realizada entre os dias 3 e 5 de abril. Dessa forma, os valores são de inteira responsabilidade das companhias e estão sujeitos a alterações.
Além disso, é importante ressaltar que muitas vezes as operadoras podem ser flexíveis com seus planos, oferecendo condições diferenciadas para aqueles consumidores que já possuem outros planos de minutos em ligação e envios de mensagens. Por isso, antes de fechar negócio, vale a pena entrar em contato com a companhia em questão e verificar se é possível contratar uma proposta personalizada.

Planos pré-pagos

Os planos pré-pagos respondem hoje pela maior parcela de consumidores que acessa a internet via celular. De simples configuração, rápido acesso e baixo custo, eles acabam atraindo a maioria dos clientes que têm como perfil o uso de redes sociais e pequenas consultas diárias para leitura de notícias ou emails.
Nessa modalidade de plano, três itens devem ser observados pelo consumidor: quanto será o investimento mensal, qual é a velocidade máxima de conexão e qual é franquia de dados diária que você tem disponível. A forma de contratação, bem como as condições de uso, também varia de operadora para operadora.

Preço e contratação

Este é o principal item que deve ser observado pelo consumidor e, por conta disso, muitas vezes o que parece mais atrativo em uma propaganda pode não ser a condição mais vantajosa no final do mês. Claro, TIM e Oi possuem opções de planos que podem ser pagos apenas pelo dia de uso. Se em 30 dias você utiliza a internet apenas durante 12 deles, pagará apenas pelos dias em que navegou. O custo entre as três é exatamente o mesmo (R$ 0,50 por dia ou R$ 15 por mês).
Contudo, contratar planos com maior período de fidelidade pode acabar pesando menos no seu bolso, caso você utilize o aparelho para navegar em todos os 30 dias. O plano semanal da Oi, por exemplo, custa R$ 2,90 por semana, totalizando R$ 11,60 durante o mês. Na Claro, a opção intermediária é o plano quinzenal (R$ 6,90 a cada 15 dias, totalizando R$ 13,80 por mês).
Quem quiser optar por uma franquia mensal pode economizar ainda um pouco mais. Os planos da Oi e da Vivo podem sair por apenas R$ 9,90 por mês, o que significa na prática um custo de R$ 0,33 por dia. O plano mensal da Claro custa um pouco mais, contudo ainda assim sai mais barato do que as outras opções da operadora.

Pacote de dados e velocidade

O segundo aspecto a ser analisado é qual a franquia disponível dentro do plano que você contratou. As operadoras costumam adotar políticas diferentes, de acordo com o seu tipo de plano. Dependendo do propósito com que você pretende utilizá-lo, contratar um plano com apenas 1 MB por dia, por exemplo, pode não ser o suficiente.
Porém, se o que mais preocupa você é a velocidade de transferência de dados, leve esse item em consideração antes de adquirir um plano. Vivo e Oi oferecem velocidade máxima de até 1 Mbps, o que significa que ela pode ser abaixo desse valor. Já a Claro e a TIM prometem velocidades de até 300 kbps. Em qualquer uma delas, a velocidade é reduzida após a franquia ter sido atingida.

Planos pós-pagos

Para quem está disposto a assumir a mensalidade de um plano de dados, as opções aumentam consideravelmente. Além dos planos tradicionais oferecidos pelas companhias, consumidores que já possuam outros pacotes de dados e mensagens podem ainda personalizar a tarifa, o que faz com que a variação seja grande nesse quesito.

Claro

A operadora Claro está entre as que oferecem um maior número de opções para os clientes. Basicamente, há duas modalidades distintas: controle e pós. Na primeira, após exceder o valor da franquia contratada, o custo por MB a mais é cobrado à parte, chegando a R$ 4/MB. Entretanto, os valores dos planos são de, no máximo, R$ 11,90.
Já na modalidade pós, há nove opções de pacotes de dados. Com exceção da franquia de 10 MB, nas demais a operadora oferece o dobro da franquia contratada. Assim, adquirindo 100 MB, por exemplo, você ganha o direito de transferir 200 MB durante os 30 dias. A velocidade é mantida caso você exceda o valor da franquia, mas os MB a mais são tarifados.

Oi

A Oi também aposta na variedade de planos para seduzir o consumidor. Com velocidade máxima de 1 Mbps, a empresa comercializa seis planos distintos, cuja variação está na franquia mensal disponível. Os pacotes vão de 50 MB a 2 GB e os valores dos planos variam entre R$ 14,90 e R$ 84,90. Após o uso da franquia, não há tarifação, mas a velocidade máxima de navegação é reduzida para 150 kbps.

TIM

A TIM aposta na simplicidade para o consumidor e disponibiliza um único tipo de plano na modalidade pós-paga. Por R$ 29,90 mensais, é possível contratar o Liberty Web Smart, com pacote mensal de 300 MB e velocidade máxima de navegação de 1 Mbps. Após o uso da franquia, a velocidade é reduzida para 50 Kbps.

Vivo

A Vivo é uma das empresas que oferecem a maior variedade de planos. O consumidor pode contratar franquias que variam de 20 MB/mês a 10 GB/mês. Após atingir a franquia contratada, é possível ainda optar entre redução da velocidade, que por padrão é de até 1 Mbps, ou manutenção da velocidade, mediante pagamento adicional. Os valores iniciam em R$ 9,90 e podem chegar a até R$ 199 mensais.

O conselho mais importante: pesquise

Se com relação aos preços não é difícil escolher um plano que se adapte ao seu bolso, nos quesitos velocidade e pacote de dados muitas vezes só na prática é possível definir qual é a franquia que melhor se adequa ao seu perfil. Por isso, depois de enquadrar os valores dentro do seu orçamento, escolha uma plano mais barato e com franquia menor de dados.
À medida que for utilizando, você perceberá se o pacote mensal disponível é suficiente ou não e, caso seja necessário, poderá solicitar a mudança de plano a qualquer momento. Lembre-se: é melhor economizar desde o início até encontrar um plano que se adeque ao seu perfil do que pagar por um serviço que talvez você nunca precise utilizar.